sábado, 28 de abril de 2012

O Clip que foi censurado nos EUA - "Earth Song" de Mickael Jackson!


"EARTH SONG (Som da Terra) - MICHAEL JACKSON"
LEGENDADO EM PORTUGUÊS





Este belíssimo vídeo é do single de maior sucesso do cantor norte americano e Rei do Pop Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song de 1996que em português significa "Som da Terra". A letra fala dos problemas ambientais em todo o mundo. Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta.
"Earth Song" é o terceiro single do álbum  HIStory, do cantor e foi lançado em 1995 dando continuidade ao trabalho de Michael de lançar canções com mensagens sociais como "We are the World", "Man in the Mirror" e "Heal the World". Em "Earth Song" no entanto foi a primeira vez que Jackson tratou abertamente com o meio-ambiente e o bem estar dos animais.
"Earth Song" só foi lançada como single em países europeus, ficando no top 5 de vários países como ÁustriaBélgica,NoruegaSuéciaSuíça e Espanha. É considerado o maior sucesso de Michael na Europa. Só no Reino Unido o single vendeu mais de 1,5 milhão de cópias.

Música
"Earth Song" foi escrita por Jackson em 1991, mas ela acabou ficando de fora do álbum daquele ano. O coral gospel de Andrae Crouch foi convidado para fazer o backvocal da canção. Eles já tinham trabalhado com Jackson em canções anteriores como "Man in the Mirror" e "Will You be There". A intenção de Michael era criar uma canção de lirismo profundo e melodia  simples para que pessoas do mundo todo pudessem cantar junto. A canção tem um clima de música clássica, tipo de música que apareceu mais no álbum em que foi lançada. Na faixa, Jackson alerta a consciência social, avisando que estamos indo longe demais com nossas atitudes para com o planeta Terra. A canção foi indicada ao Grammy em 1997.

Reconhecimento ambiental
Jackson recebeu um Prêmio Gênesis por "Earth Song" e a canção foi usada em um comercial de TV que alertava para os riscos ambientais. Em 2008, um escritor do Nigéria Exchange observou: "Earth Song chamou a atenção do mundo para a degradação e abastardamento da terra como uma queda de várias atividades humanas."

Performances ao vivo
Michael fez performance de Earth Song pela primeira vez em 1996 num show especial para o príncipe de  Brunei, cantando o final em capela. Ele voltou a se apresentar com a música no World Music Awards de 1996 onde ganhou seis prêmios na mesma noite. A canção entrou no set list de sua HIStory World Tour, que ao final da performace vários soldados invadiam o palco em tanques de guerra e ameaçavam as pessoas, mas depois se arrependiam passando uma mensagem de paz. Uma das performaces mais polêmicas foi no Brit Awards de 1996, onde na ocasião, o músico Jarvis Cocker invadiu o palco no meio da apresentação e fez gestos obscenos.  Algum tempo depois, Jarvis se declarou arrependido e explicou seu ato dizendo que não concordava em ver Michael Jackson ser recebido como um deus em todo lugar que ia.

Videoclipe
O video foi dirigido pelo fotógrafo Nick Brandt, e contava com vários efeitos especiais. O videoclipe se passa em 4 lugares diferentes do Planeta: Na Floresta Amazônica, com nativos da região, em uma zona de guerra na Croácia, com os moradores da área, na Tanzânia, que incorporou as cenas da caça ilegal de elefantes com suas presas de marfin arrancadas. E em Warwick, Nova Iorque, onde um incêndio florestal foi simulado em um campo de milho (onde Jackson aparece). O clipe termina com um pedido de doações para a Fundação Heal The World
Sendo um dos mais belos vídeoclipes da carreira do Rei do PopEarth Song foi transmitido mundialmente exceto para os Estados Unidos. Foi considerado o melhor clipe de Michael, segundo o Top 40 especial Michael Jackson MTV.

Turnê  This Is It
Michael estava planejando apresentar Earth Song em sua série de shows em Londres também. No documentário "Michael Jackson's This Is It", o qual conta com as imagens dos ensaios para a referida    turnê  (que teria sido realizada se não fosse a sua morte repentina em 25/07/2009), podemos vê-lo ensaiando Earth Song. Enquanto Michael apresentasse essa música, o público poderia ver um vídeo em 3D que foi gravado especialmente para a turnê. Tal video foi mostrado integralmente ao publico no Grammy Awards de 2010 enquanto Jennifer Hudson, Carrie Underwood, Smokey Robinson, Celine Dion e  Usher cantavam a música. Nessa ocasião Jackson ganhou um prêmio Grammy póstumo, pelo "conjunto de sua obra", que foi entregue aos filhos do Rei do Pop.






FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Earth_Song
http://mais.uol.com.br/view/i210b3752g4c/earth-song-04020D18376CDCB11326?types=A&


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Poema: "SEM RESPOSTA" de Lúcia de Fátima


SEM RESPOSTA

Passo depressa pela vida,
sem querer por ela esperar,
vivo reclamando de cada ferida que custa cicatrizar.

Tantas vezes me perdi de mim,
sem saber o começo e o fim,
tantas vezes procurei respostas,
sem querer ouvir ninguem virava as costas,

E me fechava dentro de mim 
e chorava minha própria solidão,
não adiantava estar rodeada de gente,
mesmo livre eu me via numa prisão.

e cada pessoa que eu pensava amar 
era sempre a mesma história,
sempre nos melhores momentos 
eu tinha que dizer adeus sem respostas,

parecia até que tudo que eu queria 
pertencia a alguém,
e mesmo sem ter dono não podia ser meu também.





AUTORA:  
LÚCIA DE FÁTIMA DA SILVA SOUZA ARAUJO
(Estudante de Pedagogia da UVA - Riachuelo - RN)


quinta-feira, 26 de abril de 2012

VERGONHA NACIONAL: É O INÍCIO DO FIM DAS FLORESTAS





Ontem, 25 de Abril de 2012, a Câmara dos Deputados mostrou o que quer: o fim das florestas no Brasil. Aprovou por 274 votos favoráveis a 184 contrários, com duas abstenções, a proposta que desfigura o Código Florestal, escrita pelo deputado ruralista Paulo Piauí (PMDB-MG). Sobre o texto aprovado pelo Senado, segue agora para sanção da presidente, Dilma Rousseff. Se ela não se mexer, e vetar o texto, esse futuro será seu legado.
O texto aprovado dá anistia total e irrestrita a quem desmatou demais – mesmo aqueles que deveriam e têm capacidade de recuperar matas ao longo de rios, por exemplo – e ainda dá brecha para que mais desmatamentos ocorram no país. Ele é resultado de um processo que aleijou a sociedade, e vai contra o que o próprio governo desejava. Com isso, avanços ambientais conquistados ao longo de décadas foram por água abaixo.

“Acabamos de assistir ao sequestro do Congresso pelos ruralistas. Pateticamente, a presidenta que tinha a maior base de apoio parlamentar na história recente deste país, foi derrotada por 274 votos de uma malta de ruralistas que se infiltrou e contaminou o tecido democrático brasileiro como um câncer”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace. “Desde o início do processo, o Brasil esteve refém dos interesses do setor, que fez de tudo para incorporar suas demandas ao projeto de lei. A população, que se mostrou contrária à anistia aos desmatadores e a brechas que permitem mais devastação, foi o tempo inteiro ignorada”.















Esta árvore solitária já foi parte de uma floresta. A foto foi realizada em fevereiro passado, próximo a Santarém - PA. (Daniel Beltrá/ Greenpeace)

Há mais de uma década os ruralistas tentam acabar com o Código Florestal. Finalmente conseguiram uma brecha, alimentada pela indiferença de um governo que não dá a mínima para o ambiente e a saúde da população. O resultado é um texto escrito por e para ruralistas, que transforma a lei ambiental em uma lei de ocupação da terra.
“Enquanto o Congresso demonstra claramente que se divorciou de vez da opinião pública que deveria representar – e que em sua imensa maioria se opõe ao texto do código ruralista – resta à Dilma uma única alternativa. Vetar este projeto. Ela tem de demonstrar aos brasileiros que está à altura do cargo que ocupa – e que ganhou ao prometer aos eleitores que não iria permitir anistia a criminosos ambientais nem novos desmatamentos”, afirma Adario. “Caso contrário, o governo vai dar provas de que é subjugado pelos ruralistas, ao sofrer mais essa derrota.”
Os brasileiros têm uma oportunidade de mostrar que não querem ver a motosserra roncar. A melhor resposta a essa reforma do Código Florestal é assinar o projeto de lei popular pelo desmatamento zero, que o Greenpeace e outras organizações encapam.


AJUDE A DEFENDER NOSSAS FLORESTAS. FAÇA SUA PARTE.
ASSINE AGORA A PETIÇÃO PÚBLICA: 




FONTE: 



LEIA MAIS: 

Câmara aprova Código Florestal e impõe derrota ao governo


Dilma deve vetar Código Florestal, diz Gilberto Carvalho


Dilma analisará veto a Código Florestal com "serenidade"






quinta-feira, 19 de abril de 2012

Relembrando minha visita à aldeia dos ìndios Potiguaras na Paraíba

Hoje em comemoração ao dia do índio, desta vez resolvi preparar para vocês esta postagem compartilhando momentos da viagem que fiz com a minha turma de faculdade à Paraíba no ano passado. Na oportunidade visitamos a Aldeia São Francisco na Baía da Traição – PB, onde vivem índios remanescentes dos antigos Potiguaras (um grupo indígena que habitava o litoral dos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Esta aldeia dentre varias outras se localiza no litoral da Paraíba, mais precisamente nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação



Foi uma aula de campo da disciplina de Educação Indígena do curso de Pedagogia, realizada no dia 19 de março de 2011 e o objetivo desta foi conhecer uma aldeia indígena, e ver como vivem os seus habitantes, conhecer seus costumes e tradições, e perceber a cultura indígena num mundo globalizado.

Saímos de Riachuelo às 06h20min da manhã após a turma se encontrar em frente a E.M.M.G.A.V. (Pólo da UVA - Riachuelo). A turma estava toda empolgada, todo mundo preparado, com lanches para o consumo durante a viagem e também levando donativos para os índios.  Fizemos uma parada em Parnamirim, onde apanhamos a professora e encontramos com a turma do pólo de Ceará - Mirim, em seguida dando prosseguimento a viagem. Apesar de a viagem ser cansativa e demorada, foi compensador apreciar a bela paisagem,  diversificada, como os canaviais que davam um contraste todo especial.

Logo ao entrar na Paraíba houve uma parada em um posto de gasolina, onde alguns alunos tomaram café, e compraram lanches. Tiramos fotos com esculturas dos personagens do Smilingüido.  


Seguimos viagem, e num determinado momento o motorista sentiu dificuldades em localizar o caminho do nosso destino e foi preciso parar várias vezes para pedir informações. 
Logo estávamos passando pela praia da Baía da Traição. A turma ficou encantada com o belíssimo visual, com o mar cheio de pequenas embarcações, e casas bem próximas ao mar.



Chegamos à aldeia por volta das 10h15min da manhã, e a outra turma de Ceará - Mirim já se encontrava no local a nossa espera, só que um pouco antes da aldeia para que pudéssemos chegar todos juntos. Ao chegarmos à aldeia entregamos os donativos que levamos; alimentos não-perecíveis e também roupas, uma forma de agradecimento a eles pela nossa acolhida, pois são muito humildes e necessitam de assistência.



Fomos muito bem recebidos por todos, principalmente pela Pajé chamada de Fátima, mas que também na tradição indígena é chamada de Cunhã, a qual nos passou informações sobre como é a vida na aldeia, seus costumes, enfim a cultura do seu povo.  Estes índios vivem da pesca e da agricultura, plantação de milho, feijão, batata, macaxeira, e também fabricam a farinha de mandioca na casa de farinha que existe na própria aldeia. 

Fátima (Pajé) também chamada Cunhã

As meninas do meu grupo e a pajé.



O artesanato também é uma importante fonte de renda para eles, o que garante um dinheirinho para comprar o necessário para sustento de todos, bem como também a safra das frutas dá um bom lucro.


Fabricação e venda de Artesanato


Citaremos agora alguns pontos importantes que colhemos através de entrevista com algumas índias da aldeia:




·       EDUCAÇÃO: As crianças se deslocam para a escola no município mais próximo para estudarem, sendo importante destacar que elas têm dois dias da semana (quinta e sexta) destinados ao estudo da língua Tupi. Existe esta preocupação com relação ao estudo das crianças no sentido de garantir um futuro para as mesmas.


Curumins da aldeia São Francisco



Eu e os curumins da aldeia


Edna e Karina (Colegas de grupo)




·       MORADIA: Na aldeia não existem ocas, exceto algumas pequenas que servem de abrigo para a criação de alguns animais. No mais, são casas de taipa e casas de alvenaria que o governo implantou. Com relação às ocas, segundo o depoimento de uma das índias, foram se desfazendo das mesmas pelo fato de que era costume na aldeia os adultos saírem para o campo e deixar as crianças maiores cuidando das menores. Por conta disso houveram casos em que crianças atearam fogo nas ocas causando tragédias e até mortes, por isso deu-se preferência pelas casas de taipa. No entanto ainda utilizam cabanas de madeira e palha para reuniões. 

Pequena cabana destinado à criação de alguns animais 

Oca destinada à reuniões

Eu no interior da oca



·       SAÚDE: Uma vez por mês a aldeia recebe uma equipe médica para uma análise geral. Segundo a pajé, procura-se tratar os problemas de saúde em casa mesmo utilizando-se ervas medicinais e só vão à “oficina grande” (hospital), em último caso, quando o problema ou enfermidade não pode ser resolvido na própria aldeia.



Bebê índio 




·       ALIMENTAÇÃO: A comida é adquirida por seus próprios recursos, através da plantação e da pesca. 

Durante nossa passagem por lá foi servido um banquete típicamente indígena, ao ar livre, no qual a mesa era feita de varas e coberta com folhas de bananeira. A comida foi servida em panelas e tigelas de barro. O prato principal e que chamou a atenção de todos foi um peixe preparado de uma forma bastante curiosa, (o peixe é enrolado em folhas de bananeira e enterrado na terra com o fogo acesso sobre ele, e após uma noite é retirado e está pronto para servir.)  

Prato principal


Foi servido feijão verde, Peixe, Sururu com camarão, pirão, arroz branco, macaxeira, bolo preto e tapioca. Um banquete maravilhoso de encher os olhos e de dar água na boca, que por sinal estava uma delícia!

Preparação para o almoço.

Estava uma delícia!

Todo mundo se servindo.


Após o almoço a pajé junto aos demais apresentou o Toré, uma dança indígena onde crianças e adultos vestidos com trajes e instrumentos típicos, cantam e dançam em volta de um dos índios o qual toca um instrumento como uma espécie de tambor. As letras das músicas entoadas falam sobre personagens da cultura indígena e que também são lembrados na cultura e nas religiões afro.


Dança Toré






Por volta das 14:00 horas chegou a hora da despedida, e o professor da turma de Ceará - mirim fez o encerramento e em nome de todos agradeceu a hospitalidade dos índios e falou que foi com muito orgulho que mais uma vez ele trouxe mais uma turma para conhecer a aldeia, pois não era a primeira vez que ele os visitava. 


Professor da turma de Ceará-Mirim fazendo as considerações finais.

Os nativos ouvem com atenção as palavras do professor.

Por último, a Pajé Fátima também agradeceu nossa visita que pediu 
que voltássemos outras vezes.

Eu e as meninas do meu grupo 
com a nossa professora de Educação Indígena Aracely Xavier.


Eu com a professora Aracely Xavier. (Pessoa maravilhosa!)



Encerramos então a nossa visita à aldeia e partimos de volta a nossa terra, mas antes fazendo uma parada no município de Rio tinto, onde tiramos fotos com a turma em frente a belos monumentos, e voltamos saboreando o delicioso sorvete da região. 


Eu e minha colega Raquel 
em um dos monumentos da cidade de Rio Tinto - PB.

Rio Tinto - Paraíba

Parte da Turma "A" 2009.1 de Pedagogia
Universidade Estadual Vale do Acaraú - Ibrapes - UVA 
(Pólo Riachuelo)


Chegamos de volta à Riachuelo por volta das 18:00 horas. Enfim foi uma viagem inesquecível!



Através desta aula de campo foi possível perceber que apesar de todo o processo de civilização pelo qual os índios da Aldeia São Francisco passaram, ainda assim é bastante forte a presença das características típicamente indígenas e da preservação de suas culturas. A região na qual visitamos possui 20 aldeias que ficam situadas em municípios vizinhos.  Junto a pajé, os demais nativos procuram resgatar as tradições do seu povo, repassando de geração a geração, como por exemplo, a língua Tupi-Guarani, onde podemos perceber na fala da pajé e principalmente das crianças, algumas palavras pronunciadas nesta língua, bem como os traços indígenas marcantes e gestos que retratam os antigos costumes preservados em meio a uma civilização num mundo hoje globalizado.



Como hoje é dia do índio, a Aldeia São Francisco certamente deve ter feito uma grande festa reunindo as demais aldeias do litoral da Paraíba bem como haviam nos dito. Pois esta data para eles é sempre comemorada com muita alegria e realização de festejos indígenas tradicionais.  

Quem tiver oportunidade, não deixe de conhecer esta nossa cultura e as nossas raízes!
E viva o índio brasileiro!

Um feliz dia do índio para todos os povos indígenas do Brasil!


VEJA NO VÍDEO O INÍCIO DA DANÇA TORÉ


INÍCIO DA DANÇA TORÉ


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Parabéns Fátima Bevenuto!


coracaocoracao

Os meus parabéns hoje vai para a pessoa mais especial do mundo que está fazendo mais um ano de vida: Minha querida mãe Dona Fátima Bevenuto!

Mãe, queremos agradecer a sua amizade, o seu apoio, a sua mão que nunca deixou de amparar nossos passos e nossas vidas. Te agradecemos mãe pelo carinho que sempre dedicou a nós, pela palavra de Deus que nos ensinou, pelas razões de sobra para lhe amar tanto assim. Cada dia que passa você se torna mais amiga, se torna nosso maior exemplo, nossa maior referência de vida.

Feliz aniversário! Que Deus possa recompensá-la por tudo!

Por todos os dias que tem nos dedicado, a sua atenção e o seu apoio.
Que o Pai todo poderoso lhe abençoe, lhe proteja e continue enchendo
de luz o seu coração cheio de amor e de sonhos.

Parabéns mãe, pela família que somos, pelo amor que sentimos por você, afinal foi o seu coração que nos ensinou a lhe amar tanto assim.   Esse dia é todo seu!
Parabéns por hoje, seu aniversário, e por todos os dias que uma mãe tão digna como você merece.    Te amamos!


Seus  filhos:


(Mensagem de Isabel Bevenuto)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...